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Texto 02: A Redação no Enem


Olá caro leitor. Neste segundo post vamos falar sobre um tema que, para muitos, é tido como o bicho papão do Enem: a redação. O nosso objetivo hoje é desmistificar a ideia de que “redacionar” é algo muito difícil, coisa de poucos iluminados.
Para que o candidato faça uma boa redação ele precisa, primeiramente, ter em mente o que de fato é uma redação. A primeira vista esse tipo de reflexão pode soar como uma obviedade desnecessária. Mas cá entre nós: muitos candidatos não sabem o que é isso. E os que sabem (ou assim afirmam) respondem de forma categórica: redação é um texto com inicio, meio e fim. Não estão errados. Mas a redação vai muito além disso.
É preciso saber que o texto a ser dissertado no dia da prova é parte de um gênero textual que requer que sejam seguidas algumas normas (falaremos dessa estrutura futuramente). Porém, antes mesmo de aprender essa estrutura dissertativa é de fundamental importância ter conteúdo para escrever. E esse conteúdo nada mais é que o arcabouço de leituras feitas pelo participante ao longo de sua vida intelectual. Sem leitura, nada feito!
De forma particular, a redação do Enem é bem simples e fácil. Isso mesmo: fácil. Não lhe é exigido nota mínima de aprovação. Você pode escrever só 7 linhas que ainda sim seu texto será corrigido (mas vale lembrar: o que diz um texto de 7 linhas?).  O que vale mesmo é atender a proposta que a prova pede. Nada de querer fazer um texto rebuscado, pomposo... Uma escrita simples, mas coerente e coesa já é quase certeza de uma boa nota. E como chegar nesse texto final? O candidato precisa conhecer as estruturas que regem o texto dissertativo. É o que vamos ver nas próximas postagens.

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OBS: veremos mais tarde na flexão dos nomes, que as desinências, também, são empregadas após o radical. Então como diferenciar o SUFIXO da DESINÊNCIA?


Resposta: O SUFIXO cria novas pala…
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