
A
INOVAÇÃO na estrutura acadêmica da universidade sempre foi motivo
de orgulho para nosso Reitor e pró-reitores e alguns acadêmicos
visionários. Mas o que chega a ser contraditório e em alguns casos
paradoxal é que a grande maioria dos professores, responsáveis em
por em prática essa inovação, negam essa estrutura e chegam a se
espantar com tal “inovação”.
Outro
orgulho, sempre foi fazer uma universidade na Amazônia para
amazônidas com pensamento amazônico. Porém, o que vemos é um
multiculturalismo pensante por parte de nossos professores. Alguns
com gírias, expressões chulas... Talvez pensando que esse falar nos
conquiste. Outros ainda são vazios em contextualizar teorias com a
nossa realidade. Pois, a nossa realidade não conhecem. E como
poderiam? Conheciam a Amazônia somente por meio de livros e
documentários de TV à cabo.
E
com relação ao ensino até hoje sofremos com os resultados de uma
greve/férias (desculpem! Mas para muitos professores a greve se
resumiu a isso): trabalhos passados na espera de serem recebidos no
retorno das aulas (pode uma coisa dessa!?); reposição das aulas de
maneira duvidosa; leia mais no post Greve na UFOPA
Todavia,
disso tudo o que nos deixa mais triste é a concorrência desleal:
Ensino Regular X PARFOR.
O
que os alunos em final de curso se questionam é se os professores
concursados da UFOPA são da Ufopa ou do quadro docente do PARFOR? A
responsabilidade primeira desses professores é cumprir com sua carga
horária na Ufopa ou no PARFOR? A resposta parece ser no PARFOR. Uma
vez que muitos professores simplesmente “abandonam” tudo aquilo
que estejam fazendo para abraçar de corpo e alma o PARFOR. Será que
do seu salário é descontado esse período de ausência?
E
por fim, quando o prédio do ICED será em fim concluído?
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