quarta-feira, 12 de setembro de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Juntos, mas separados...
A constatação só veio quando Ele, pelos próprios olhos, há viu entrar, em estado contido de emoção, no barco, rumo ao novo ofício.
Separados, mas juntos...
A constatação só veio quando Ela, pelos próprios olhos, lhe viu entrar, em estado esplêndido de saudade, no barco, rumo ao velho ofício.
Sim. Só a matemática perfeita do amor é capaz de explicar esse paradoxo de sent
imentos. Essa antítese dos
corpos...
Estamos separados, mas ao mesmo tempo juntos.
Eu cá, Ela lá.
Eu hoje, Ela amanhã.
Eu Tapajós, Ela Pauxis.
Pois aos amantes o tempo só faz mais e mais reacender a espera pelo próximo momento de dizer: Eu te Amo (dedicado a Doce Angélica, hoje em Terras Obidenses
Estamos separados, mas ao mesmo tempo juntos.
Eu cá, Ela lá.
Eu hoje, Ela amanhã.
Eu Tapajós, Ela Pauxis.
Pois aos amantes o tempo só faz mais e mais reacender a espera pelo próximo momento de dizer: Eu te Amo (dedicado a Doce Angélica, hoje em Terras Obidenses
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Uma Bicicleta e uma Câmera Fotográfica e o homem vai longe...
Em tempos de sustentabilidade, a bicicleta como meio de transporte é um dos assuntos mais propagados. Uns até concordam. Outros não trocariam a comodidade de seus carros para pedalar exposto ao sol, a lama, a poeira etc. Mas uma coisa é certa: a bicicleta pode ser um meio de se conhecer muitos lugares. E mais: ao mesmo tempo em que se conhece, também, se faz poesia.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Análise do conto A Viagem do Elefante de José Saramago
Embora as 256 páginas (Companhia das
letras) de A Viagem do Elefante, José Saramago façam o leitor deduzir de
se tratar de um romance, o próprio Saramago afirma o contrário ao dizer que aí não
temos uma relação de amor: “o elefante não se apaixona por uma elefanta”. Mas qual o enredo desse conto narrativo?
A
Viagem do Elefante é uma narrativa de base histórica que conta a viagem que o elefante salomão fez de Lisboa a Áustria. Isso mesmo, uma
longa Odisséia percorrida por esse paquiderme.
Ocorre
que Dom João III, rei de Portugal e Algarves, esposo de dona Catarina
d´Áustria, receberam um convite para o casamento do Arquiduque austríaco
Maximiliano II. Pensando no presente que ofertariam aos noivos, eis que dona Catarina
lembra-se do elefante que possuíam, que viera de Goa, e resolvem então, dá-lo
como presente. É importante que o leitor saiba que era costume dos reis
dominadores possuírem para si animais exóticos que simbolizassem a nova cultura
conquistada.
O restante de toda a narrativa ocupa-se em
narrar à trajetória percorrida pelo elefante sempre guiado pelo seu conarca Subhro e a comitiva real. Depois que o elefante
passou aos domínios do Arquiduque, este mudou-lhe o nome para Solimão e de seu conarca para Fritz,
pois ao Arquiduque é dado o poder de mudar o destino das pessoas.
Algumas características da obra:
Ø Gênero Textual: Conto. Temos apenas uma única
unidade dramática. Poucos personagens;
Ø Narrador: 1ª pessoa (Onisciente intruso). É o tipo de narrador que tudo sabe, tudo vê
e que introduz comentários durante a história;
Ø Espaço: Lisboa – Espanha
– Áustria;
Ø Tempo: Cronológico – linear;
Ø Personagens: salomão/Solimão (protagonista);
cornaca Subhro/Fritz (excêntrico). A Subhro é dado no conto à voz de muitos
daqueles que a história ignorou. Na narrativa, embora o personagem seja
desconhecedor das filosofias dos livros, ele mantém relação de prosa com reis e
arquiduques;
Características da Obra: Como percebê-las?
Ø “Os
trechos do livro é que qualificam tais características”! É preciso ler toda a
obra;
Ø O
autor narra um fato histórico;
Ø Crítica
a Igreja Católica;
Ø Inovação
na escrita: “(...) quando de repente quase gritou, Temos o salomão, Quê,
perguntou o rei, perplexo, Sim senhor, salomão, o elefante, E para que quero eu
aqui o elefante ...
Ø Fugacidade
da vida;
Para
saber mais leia:
SARAMAGO,
José. A viagem do elefante. São Paulo,
Companhia das Letras, 2008;
IMAGENS
DE UM ELEFANTE INDIANO, NOS ANOS DE 1551 E 1552, EM
PERCURSO
EUROPEU (SARAMAGO).
Denise
Rocha- Fundação Universidade do Tocantins- UNITINS, Palmas. Cintia de Vito
Zollner- UNESP- UNITINS-Pibic.
terça-feira, 10 de julho de 2012
V Festa da Integração Nordestina em Mojuí dos Campos
Foram três participantes disputando a
premiação de R$ 1.000,00. A saber:
1.
Ivo “O Caipira da Amazônia”. Comunidade Terra de Areia;
2.
“Tânia Morena”;
3.
Anselmo “Canário dos Campos” – Mojuí dos Campos;
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